"Acho a maior graça.
Tomate previne isso,cebola previne aquilo, chocolate faz bem, chocolate faz mal, um cálice diário de vinho não tem problema, qualquer gole de álcool é nocivo, tome água em abundância, mas não exagere...
Diante desta profusão de descobertas, acho mais seguro não mudar de hábitos.
Sei direitinho o que faz bem e o que faz mal pra minha saúde.
Prazer faz muito bem.
Dormir me deixa 0 km.
Ler um bom livro faz-me sentir novo em folha.
Viajar me deixa tenso antes de embarcar, mas depois rejuvenesço uns cinco anos.
Viagens aéreas não me incham as pernas; incham-me o cérebro, volto cheio de idéias.
Brigar me provoca arritmia cardíaca.
Ver pessoas tendo acessos de estupidez me embrulha o estômago.
Testemunhar gente jogando lata de cerveja pela janela do carro me faz perder toda a fé no ser humano.
E telejornais... os médicos deveriam proibir - como doem!
Caminhar faz bem, dançar faz bem, ficar em silêncio quando uma discussão está pegando fogo, faz muito bem!
Você exercita o autocontrole e ainda acorda no outro dia sem se sentir arrependido de nada. Acordar de manhã arrependido do que disse ou do que fez ontem à noite é prejudicial à saúde!
E passar o resto do dia sem coragem para pedir desculpas, pior ainda!
Não pedir perdão pelas nossas mancadas dá câncer, não há tomate ou mussarela que previna.
Ir ao cinema, conseguir um lugar central nas fileiras do fundo, não ter ninguém atrapalhando sua visão, nenhum celular tocando e o filme ser espetacular, uau!
Cinema é melhor pra saúde do que pipoca!
Conversa é melhor do que piada.
Exercício é melhor do que cirurgia.
Humor é melhor do que rancor.
Amigos são melhores do que gente influente.
Economia é melhor do que dívida.
Pergunta é melhor do que dúvida.
Sonhar é melhor do que nada!"
Luís Fernando Veríssimo
segunda-feira, 22 de junho de 2009
sábado, 13 de junho de 2009
Morre lentamente...
"Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito, repetindo todos os dias os mesmos trajectos, quem não muda de marca
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade. "
(Pablo Neruda)
Não se arrisca a vestir uma nova cor ou não conversa com quem não conhece.
Morre lentamente quem faz da televisão o seu guru.
Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o negro sobre o branco e os pontos sobre os "is" em detrimento de um redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, sorrisos dos bocejos, corações aos tropeços e sentimentos.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente, quem passa os dias queixando-se da sua má sorte ou da chuva incessante. Morre lentamente, quem abandona um projecto antes de iniciá-lo, não pergunta sobre um assunto que desconhece ou não responde quando lhe indagam sobre algo que sabe.
Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior que o simples fato de respirar.
Somente a perseverança fará com que conquistemos um estágio esplêndido de felicidade. "
(Pablo Neruda)
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Fácil é ser o que não somos.
Difícil é assumirmos o que somos.
Fácil é ver.
Difícil é sentir.
Fácil é sonhar.
Difícil é correr atrás do sonho.
Fácil é amar.
Difícil é ser amado.
Fácil é ter o nome na lista telefônica de alguém.
Difícil é estar gravado no coração desse alguém.
Fácil é escrever coisas bonitas.
Difícil é dize-las olho a olho.
Fácil é amar enquanto longe.
Difícil é enganar mesmo com a distância quando se ama.
Fácil é beijar de olhos fechados.
Difícil é dizer que foi bom.
Fácil é dizer tudo vai dar certo.
Difícil é dizer que será eternamente.
Fácil é depois de tudo isso, você ainda achar que está tudo difícil na sua vida.
Difícil é você admitir que falta algo que você pode mudar com apenas um gesto sincero, dizendo:
"EU ESTOU AQUI, CONTE COMIGO!!"
Difícil é assumirmos o que somos.
Fácil é ver.
Difícil é sentir.
Fácil é sonhar.
Difícil é correr atrás do sonho.
Fácil é amar.
Difícil é ser amado.
Fácil é ter o nome na lista telefônica de alguém.
Difícil é estar gravado no coração desse alguém.
Fácil é escrever coisas bonitas.
Difícil é dize-las olho a olho.
Fácil é amar enquanto longe.
Difícil é enganar mesmo com a distância quando se ama.
Fácil é beijar de olhos fechados.
Difícil é dizer que foi bom.
Fácil é dizer tudo vai dar certo.
Difícil é dizer que será eternamente.
Fácil é depois de tudo isso, você ainda achar que está tudo difícil na sua vida.
Difícil é você admitir que falta algo que você pode mudar com apenas um gesto sincero, dizendo:
"EU ESTOU AQUI, CONTE COMIGO!!"
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